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Dr.
Jairo de Paula

Psicanalista, Escritor e Conferencista Internacional

SOBRE DR. JAIRO

  •  Psicanalista, escritor e conferencista internacional.
  •  Mestre e Doutor em Psicanálise.
  •  Pós-Graduado em marketing empresarial.
  •  Graduado em Economia.
  •  Especialista em ‘Artes Cênicas’ e ‘Musicoterapia’.
  •  Especialista LATU SENSO em Ciências da Educação.
  •  Escritor – autor de 21 livros, entre eles os best-sellers “Uma Marca Chamada VOCÊ” e “INCLUSÃO – mais do que um desafio escolar, um desafio SOCIAL”.
  •  Além de escritor, Jairo de Paula tem uma intensa atividade como palestrante nas áreas empresarial, educacional e familiar. Apontado pelo meio empresarial e educacional como um dos melhores palestrantes do Brasil que brilham no palco.
  •  2008 – “Prêmio Darcy Ribeiro – (Parceria: ‘Undime/SP’ & ‘Rede Globo de Televisão’).
  •  2011 – “Prêmio Benemérito Educacional PROFª. GILDECINA BEZERRA” – Palestrante do ANO – 2011.
  •  Personal e Executive Business Coaching, pela Sociedade Brasileira de COACHING.
  •  Pesquisador em “Gestão do Capital Intelectual”.
  • Proferiu mais de 7.500 palestras, para um público aproximado de 1,5 milhão de pessoas, e apresenta, em suas palestras, uma série de informações práticas sobre o fascinante e desejado mundo da felicidade e sucesso em seus relacionamentos pessoais e profissionais.
  •  Criador e Gestor de programas de integração “FAMÍLIA & ESCOLA”.

ATENDIMENTO

Entre as modalidades de serviços prestados estão:

  Orientação psicológica e afetiva: questões relacionadas à baixa-autoestima, insegurança, solidão, medos e fobias, ansiedade, dificuldades de relacionamento, dificuldades relacionadas à sexualidade, questões decorrentes de separações e/ou traições.

  Orientações sobre dificuldades com compulsividade, anorexia, bulimia, transtorno compulsivo alimentar e sexual, dependências em geral, como cigarro, álcool, drogas, remédios e computadores.

  Orientações sobre transtornos de déficit de atenção e hiperatividade, TOC’s – Transtornos Obsessivos Compulsivos, depressão, angústia, desânimo e perdas sentimentais.

  Orientação psicológica, profissional e de aprendizagem, orientação ergonômica, consultorias a empresas, reabilitação cognitiva, ideomotora e comunicativa, processos prévios de seleção de pessoal e utilização de testes informatizados.

  O atendimento às crianças, adolescentes e interditos realizados pela internet deverá obedecer aos critérios do Estatuto da Criança e do Adolescente, ao Código de Ética da(o) psicóloga(o) e aos dispositivos legais cabíveis. De acordo com o Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo, clientes menores de idade poderão ser atendidos mediante autorização expressa dos pais ou responsáveis.

  Se você deseja agendar uma consulta, entre em “contato” por meio do formulário abaixo, informando o dia e horário em que deseja ser atendido. Para ter mais informações sobre o serviço, confira a sessão “como funciona”.

  Lembre-se que cada paciente é único, por isso, é importante que, ao preencher o formulário, detalhe bem a queixa para que haja uma pré-avaliação profissional, pois os atendimentos psicológicos online só serão realizados se houver indicação de que o paciente será beneficiado com esse tipo de atendimento.

Em serviços prestados pela internet, uma das maiores preocupações é o sigilo e privacidade dos dados enviados e recebidos.

Este serviço de orientação PSICANALÍTICA respeitará a privacidade das pessoas interessadas, observando-se a ética profissional do trabalho do psicólogo da maneira mais rigorosa possível.

No entanto, é importante alertar que o sigilo absoluto, por meio da Internet, pode não ser totalmente seguro, cabendo também ao cliente o uso dos meios necessários para manter as informações contidas em seu computador e em seu e-mail devidamente preservadas e seguras.

As informações compartilhadas pelo cliente através do formulário de contato e do e-mail serão lidos, exclusivamente, pelo psicanalista Jairo de Paula, que prestará as informações necessárias para que o atendimento seja agendado.

Para maior aproveitamento da orientação psicológica online, o paciente deve estar sozinho e concentrar-se no atendimento. Tem que estar exclusivamente disponível para as sessões durante os 50 minutos, portanto, não deve responder e-mails, conversar com outras pessoas, atender o celular, etc. É de responsabilidade do paciente preservar o ambiente em que realizará as sessões.

Estarei online pontualmente no horário agendado pelo paciente até o final do atendimento, que é de 50 minutos, caso haja atraso, conecte-se a qualquer momento dentro do seu horário. Os atrasos não podem ser compensados no final da sessão.

Caso necessite faltar ao atendimento, comunique com 48 horas de antecedência, assim haverá tempo hábil para disponibilizar outros horários em que você possa ser atendido.

As faltas sem aviso prévio são cobradas como uma sessão realizada.

O Skype é o programa utilizado para a maioria dos atendimentos, portanto oriento que antes de iniciar o atendimento, o paciente certifique-se que o programa esteja instalado e funcionando corretamente.

Caso ocorra problema de conexão ou queda de energia, a sessão poderá ser remanejada para outro dia, de acordo com a disponibilidade da agenda. Se houver problemas técnicos intransponíveis no meio da sessão, os minutos restantes serão agendados para outro horário. Esses problemas deverão ser comunicados, imediatamente, por telefone.

A orientação psicológica online é destinada a atender pessoas maiores de 18 anos. Entretanto, de acordo com o Conselho Brasileiro de Psicanálise, os clientes menores de idade poderão ser atendidos mediante anuência e autorização expressa dos pais ou responsáveis.

Qualquer pessoa poderá receber orientação psicológica, respeitado o máximo de 20 sessões, a Resolução do CFP 11/2012 e o Código de Ética do Psicólogo.

PSICANÁLISE

Há momentos em que precisamos falar com alguém, talvez por nos sentirmos sozinhos diante dos desafios da vida, pela dificuldade em se relacionar ou por uma perda significativa que tivemos. Pode ser ainda que a ansiedade esteja afetando relações importantes e não se vejam maneiras de superar as dificuldades. Estas são situações comuns pelas quais passamos em alguns momentos na vida e que podemos nos sentir despreparados para lidar, ocasionando sofrimento e frustração.

O primeiro passo para buscar apoio é o mais difícil, mas é ele que nos possibilita encontrar ajuda para situações que não visualizamos a saída sozinhos.

A psicoterapia é uma forma de ajudar a entender e lidar com dificuldades e sofrimentos. É um caminho que vai desde se conhecer até encontrar alternativas para padrões que não funcionam mais. Isto torna possível lidar melhor com as dificuldades, superar limites e transformar processos de forma criativa.

Afinal, o que faz a diferença entre o psicólogo, o psicanalista e o psiquiatra?

Uma dúvida extremamente comum envolve a diferenciação entre os profissionais que trabalham com o psíquico. Poucas pessoas têm certeza do que distingue os nomes psicanalista, psicólogo, psiquiatra ou psicoterapeuta; e por vezes ainda outros mais endossam a confusão.

Aparentemente, o psiquiatra é o profissional que as pessoas têm mais facilidade para diferenciar dos demais. A psiquiatria, sendo uma especialização da medicina, tenta delimitar os problemas do paciente a partir de uma perspectiva médica, orgânica, por isso, tem a prerrogativa de prescrever drogas para o tratamento dos sintomas. Acaba sendo mais raro, porém, alguns psiquiatras também oferecem psicoterapia, que é por regra, o trabalho que um psicólogo pode oferecer.

Atuar como um psicoterapeuta, acaba sendo uma descrição para uma prática comum ao psicólogo e ao psiquiatra. Será um psicoterapeuta, todo profissional que ofereça uma terapia que se baseie num entendimento sobre o funcionamento psicológico do paciente. Existe uma variedade enorme de psicologias que dão fundamento a esta prática. Muitas delas são derivadas da psicanálise, outras se aproximam da fisiologia, ou emergiram de propostas filosóficas, e variam muito em sua forma, mas todas conservam em comum um aspecto: toda psicologia possui uma maneira particular de descrever o que é o homem, (ou a mente, ou o sujeito psicológico, à seu gosto). Por isso, cada uma tem uma visão de mundo e de homem própria.

Quanto ao que é o psicanalista, ou simplesmente “analista”, poderíamos sintetizar sua descrição em um ponto básico do qual todos os outros são consequência: O psicanalista é o único clínico que trabalha considerando a presença e ação do Inconsciente. E alguém poderia se perguntar: “Mas como assim só a psicanálise aceita que o inconsciente existe se eu já ouvi psicólogos dizendo que fazemos coisas inconscientemente?”. Trata-se de que algumas psicologias podem considerar que as pessoas tenham pensamentos que não estão acessíveis à sua consciência, mas nenhuma se dedica a trabalhar estas questões ou as forças que fazem com que uma ideia permaneça inconsciente. O trabalho com essas forças, chamadas de recalque ou repressão, constitui o ofício do psicanalista.

Quando no fim do séc XIX Freud abandonou sua carreira de neurologista para inventar a psicanálise, a ocupação de psicólogo ainda não existia. Isso se manteve até meados dos anos 70, quando quase todos psicanalistas eram psiquiatras que optaram por mudar seus métodos, e os primeiros cursos de psicologia começaram a surgir em nosso país. Atualmente no Brasil, a maioria dos psicanalistas primeiro se graduou psicólogo em uma faculdade de psicologia para depois começar a estudar a psicanálise.

Pode haver um psicanalista que é psicólogo ao mesmo tempo?

Tecnicamente, os trabalhos do psicanalista e do psicólogo são auto-excludentes, bem como de qualquer outro terapeuta em relação ao analista. Isso porque o psicanalista, precisa manter o inconsciente em questão, ao passo que o psicólogo precisa excluir o inconsciente de seu trabalho se quiser se comprometer com a integridade de sua psicologia. Um psicólogo precisa contar com o anteparo de uma teoria o quanto mais sólida possível, com uma lógica que seja consistente para explicar como funciona o indivíduo que propõe tratar. A questão é que o inconsciente não oferece uma lógica consistente, ao contrário, sua lógica só sustenta um sentido em cada sujeito, ela é para-consistente. Por isso, no lugar onde se busca ser ao mesmo tempo psicólogo e psicanalista, a rigor, temos exclusivamente um psicólogo.

A psicologia pode se dar ao privilégio de explicar como funcionam não só as pessoas, mas também as sociedades, os grupos, o mundo, e ainda serem coerentes com sua proposta, ao passo que todo psicanalista que se aventura nesse caminho tentador, facilmente acaba por merecer as críticas de seus colegas de profissão. “Mas e quanto ao famoso inconsciente coletivo, que é uma ideia de um psicanalista famoso, Carl Jung?” O trabalho de Jung é uma ilustração perfeita para ressaltar essa diferença. Jung foi o mais conhecido aluno de Freud a romper com a psicanálise. Quando decidiu que era preciso explicar os fenômenos coletivos, e outros tantos caminhos mais nos quais o trabalho psicanalítico nunca iria se enveredar, precisou abandonar sua carreira como psicanalista e iniciar a elaboração de uma psicologia. Foi por seu início de carreira como psicanalista, que sua teoria ficou erroneamente conhecida pela alcunha popular de “psicanálise junguiana”, quando na verdade é mais uma psicologia com um longo sistema teórico que a embasa, saberes sobre a personalidade, etc.

Além de poder falar sobre coletivos, a psicologia também pode existir fora do consultório, mais uma qualidade que a difere da psicanálise. Um psicólogo pode perfeitamente aprender através de livros, desenvolver uma psicologia coerente que explique a vida psicológica das pessoas, e ainda assim ser psicólogo, mesmo que nunca tenha praticado ou se submetido a uma psicoterapia. Existem psicólogos organizacionais que lidam com maneiras de tornar uma empresa mais eficiente segundo aquilo que sua psicologia tem a dizer sobre as interações entre os funcionários; psicólogos ambientais que têm teorias que justificam por que as pessoas gostam mais de determinado tipo de ambiente; psicólogos que trabalham com marketing e explicam por que consumidores compram mais um produto com determinada cor ou desenho. Em suma, um psicólogo é alguém que tem um conhecimento sobre como o psicológico funciona, e não precisa necessariamente da experiência de trabalho num consultório. Um psicanalista, por outro lado só tem algum sentido através de seu trabalho clínico, e também não lhe basta o estudo sobre sua área, pois a única maneira que tem para aprender seu ofício é submetendo-se à sua própria análise com outro analista. Os usos de psicanálise aplicada são dificilmente justificados, e é por isso que dicas de saúde, livros de auto-ajuda, ou conselhos sobre comportamento ficam à cargo dos psicólogos.

Da mesma maneira que um psicólogo precisa se afastar do inconsciente e suas incoerências para poder fazer uso de uma teoria psicológica, um psicanalista precisa se negar a fazer qualquer psicologia sobre seu paciente, uma vez que aplicar um conhecimento teórico sobre o que o paciente diz, é o próprio esforço de extinguir a fala inconsciente.

Por essa disparidade de intenção que a psicanálise mantém com as teorias da psicologia, é que vemos como a expressão “Freud explica” não coincide muito com a verdade. Freud explica muito poucas coisas, talvez apenas aquelas das quais não conseguiu se esquivar em sua busca de uma forma de fazer aparecer o inconsciente. No teatro de Molière, há uma expressão de suma importância para o trabalho do analista: que um psicanalista não tem por que explicar para os pais da menina o porquê ela não fala. O único valor possível de seu trabalho é o de fazê-la falar.

Vídeos

Alguns dos vídeos que estão disponíveis no canal:

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